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DISCIPLINA Listagem de Ementa/Programa

METODOLOGIA QUALITATIVA E PROCESSOS DE DESENVOLVIMENTO HUMANODISCIPLINA 325716

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ÓrgãoPED Departamento de Psic.Escolar e do Desenvolvimento
Código325716
DenominaçãoMetodologia Qualitativa e Processos de Desenvolvimento Humano
NívelMestrado
Início da Vigência em1971/2
Pré-requisitosDisciplina sem pré-requisitos
EmentaInício da Vigência em 2016/2

Questões teóricas e epistemológicas da metodologia qualitativa. Caráter dialógico e processual da investigação dos processos de desenvolvimento. Critérios de legitimidade da construção do conhecimento na pesquisa qualitativa. O empírico e o teórico na pesquisa qualitativa. Diferentes tendências e métodos. Aspectos éticos na pesquisa.

ProgramaInício da Vigência em 2012/1

II - OBJETIVOS
" Apresentar e analisar as principais contribuições das abordagens qualitativas na produção do conhecimento em ciências humanas e sociais.
" Discutir e aprofundar temáticas básicas para a compreensão e a realização de pesquisa qualitativa.
" Estudar e debater paradigmas, estratégias, práticas e técnicas da pesquisa qualitativa.
" Analisar perspectivas epistemológicas, princípios, implicações éticas, instrumentos e técnicas da pesquisa qualitativa
" Analisar vantagens, limitações e implicações do uso dos principais métodos qualitativos na pesquisa do Desenvolvimento Humano e suas intefaces.
" Discutir tipos de pesquisas de modelo qualitativo no âmbito do delineamento do método, da construção, tratamento e análise das informações.

III - PROGRAMA/TEMAS:
" TEMA 1: Pesquisa Qualitativa: Paradigmas históricos e contemporâneos, questões epistemológicas e teóricas
o Evolução histórica da pesquisa qualitativa nas ciências humanas e sociais: questões gerais.
o As abordagens epistemológicas e a investigação qualitativa.
" TEMA 2: Delineamento de pesquisa qualitativa: critérios, características.
o Caracterização da metodologia de investigação qualitativa em desenvolvimento humano e suas interfaces.
" TEMA 3: Desenho metodológico: procedimentos.
o Método, procedimentos, instrumentos e técnicas de construção de informações.
" TEMA 4: Desenho metodológico: análises.
o Método, procedimentos, instrumentos e técnicas da análise de informações.

IV - CONCEPÇÃO, METODOLOGIA e ATIVIDADES do CURSO
" O curso pretende oportunizar um aprofundamento do tema a partir das pesquisas e produções científicas na pesquisa qualitativa.
" Serão desenvolvidas, ao longo do curso, reflexões de temas teórico-conceituais, de estudos e pesquisas por meio de metodologias ativas apoiadas, principalmente, pela metodologia do Tutorial, adaptada de desenhos curriculares fundamentados no PBL (Problem Based Learning). As orientações básicas sobre o Tutorial encontram-se em anexo.
" As atividades previstas são: exposição dialogada; programação de leituras; análise e debates de livros e artigos; pesquisas, exercícios e produções teóricas; trocas e debates individuais e coletivas; trabalhos em grupo; seminários; oficinas de projeto de pesquisa. Orientações detalhadas para essas atividades serão fornecidas oportunamente.

V - SISTEMA DE AVALIAÇÃO
" A avaliação ocorrerá por diversos procedimentos e instrumentos.
" Os trabalhos que forem avaliados de forma não documental (seminários, discussões em grupos ou outras apresentações orais) deverão seguir as seguintes orientações:
1. a escolha do tema deve ser determinada em função do programa da disciplina, com o objetivo de aprofundamento dos assuntos abordados;
2. quando ocorrer qualquer tipo de apresentação oral em grupo, todos os estudantes do grupo deverão estar presentes e se organizarem para apresentar o trabalho, a fim de serem avaliados;
3. o(s) estudante(s) que, mesmo participando da prévia elaboração ou discussão de trabalhos em grupo fora da sala de aula, não puder(em) comparecer no dia da apresentação, e se esta for a única forma de avaliação prevista na disciplina para tal atividade, não poderá fazer jus à pontuação obtida pelo grupo.
4. o estudante deverá estar presente no dia agendado para apresentação, para não inviabilizar discussões futuras planejadas no cronograma de trabalho.
" O trabalho final deverá ter como objetivo contribuir para o projeto de pesquisa de cada estudante, tendo como base os estudos realizados no curso. Poderá ser apresentado na forma de um capítulo ou seção da dissertação ou tese ou de um artigo científico.
" Outros detalhamentos para as atividades propostas serão fornecidos oportunamente.

A pontuação geral será distribuída da seguinte forma:
ATIVIDADES Quant. PONTUAÇÃO TOTAL DETALHAMENTO
Estudos crítico-analíticos 2 10 5 pontos cada
Seminários 4 40 10 pontos cada
Trabalho final (Artigo ou capítulo/seção) 1 50 50 pontos versão final
TOTAL 100
Obs.: Nota final calculada pelo somatório dos pontos obtidos.
Critérios de avaliação:
SS - 100/90 pontos
MS - 89/70 pontos
MM - 69/50 pontos
MI - 49/30 pontos
II - 29/00 pontos
SR - 00 pontos ou mais de 25% de faltas.



VI - ROTEIRO DE ESTUDO PREPARATÓRIO PARA DEBATE

REFERÊNCIAS: título, autor, ano, editora, local
TEMAS ABORDADOS NO TEXTO
ARGUMENTOS UTILIZADOS PELO AUTOR
OPINIÕES PESSOAIS ACERCA DOS TEMAS DISCUTIDOS NO TEXTO


VII- CRONOGRAMA


Nº AULA DATAS ATIVIDADES
01 10/08 ATIVIDADES:
" Apresentação, discussão da proposta do curso (programa, avaliação, bibliografia, cronograma). Apresentação inicial dos participantes e seus objetos de pesquisa.
" Tema 1 - Paradigmas históricos e contemporâneos, questões epistemológicas e teóricas.
Orientação de estudos:
o Programação de leituras (PL) + elaboração de roteiros de estudo para debate:
o Bibliografia Básica (BB): 3 (Cap. 1, 2, 5,6); 4 (Cap. 2, 3, 4, 6) .
o Bibliografia Complementar (BC): 1, 12, 14, 17, 18, 19, 21, 22, 24.
02 17/08 Tema 1: Paradigmas históricos e contemporâneos, questões epistemológicas e teóricas.
Tutorial + Explanação dialogada - PL: BB + BC - Oficina
03 24/08 SEMINÁRIO 1 - apresentação e discussão.
04 31/08 SEMINÁRIO 1 - apresentação e discussão.
05 07/09 FERIADO
06 14/09 Tema 2 - Delineamento de pesquisa qualitativa: critérios, características.
Tutorial + Explanação dialogada - PL: BB + BC
Oficina - ENTREGA Estudo crítico-analítico 1
07 21/09 SEMINÁRIO 2 - apresentação e discussão.
08 28/09 SEMINÁRIO 2 - apresentação e discussão.
09 05/10 Tema 3 - Desenho metodológico: procedimentos.
Tutorial + Explanação dialogada - PL: BB + BC - Oficina
10 12/10 SEMINÁRIO 3 - apresentação e discussão.
11 19/10 SEMINÁRIO 3 - apresentação e discussão. ENTREGA Estudo crítico-analítico 2
12 26/10 Tema 4 - Desenho metodológico: análises.
Tutorial + Explanação dialogada - PL: BB + BC - Oficina
13 02/11 Tema 4 - Desenho metodológico: análises.
Tutorial + Explanação dialogada - PL: BB + BC - Oficina
14 09/11 SEMINÁRIO 4
15 16/11 SEMINÁRIO 4
16 23/11 Trabalho final - orientações
17 07/12 Avaliação geral - ENCERRAMENTO DO CURSO














BibliografiaInício da Vigência em 2012/1

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

1. Bauer, M. W.; Gaskell, G. (2002). Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: Um manual prático. Petrópolis, RJ: Vozes.
2. Camic, P.M.; Rhodes, J.E.; Yardley, L. (2003). Qualitative Research in Psychology: expanding perspectives in methodology and design. Washington, DC: American Psychological Association.
3. Denzin, N.K. & Lincoln, Yvonna S (2006). O Planejamento da Pesquisa Qualitativa: Teorias e abordagens. 2a. Ed. Porto Alegre: Artmed.
4. Flick, U. (2009). Uma Introdução à Pesquisa Qualitativa. 3ª. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
5. Gonzalez Rey, F. (2002). Pesquisa Qualitativa em Psicologia: caminhos e desafios. São Paulo: Thomson.
6. Parker, I. (2005). Qualitative Psychology: introducing radical research. Open University Press: London.
https://books.google.com.br/books?id=d4IUhFKpfhsC&printsec=frontcover&dq=Parker,+I.+(2005)+Qualitative+psychology:+introducing+radical+research.&hl=pt-BR&sa=X&ved=0CBwQ6AEwAGoVChMIu_SwgvOcxwIVCYeQCh3eHwJI#v=onepage&q=Parker%2C%20I.%20(2005)%20Qualitative%20psychology%3A%20introducing%20radical%20research.&f=false
7. Vygotsky, L. S. (1996/1999). Teoria e método em Psicologia. São Paulo: Editora Martins Fontes.
8. Vygotsky, L. S. (1991-1997). Obras Escogidas, Vols. 1-5. Madrid: Visor Distribuciones.

¢BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (TUTORIAL)

TEMA 1: Pesquisa Qualitativa: Paradigmas históricos e contemporâneos, questões epistemológicas e teóricas

1. Becker, H. S. (1996). A escola de Chicago. Mana, 2(2), 177-188. Retrieved August 09, 2015, from http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-93131996000200008&lng=en&tlng=pt. 10.1590/S0104-93131996000200008.
2. Becker, H. (1997). Métodos de Pesquisa em Ciências Sociais. São Paulo: Hucitec
3. Bernardes, M.E.M. O método de investigação na Psicologia Histórico-Cultural e a pesquisa sobre o psiquismo humano. Psicologia Política, Vol. 10, No. 20, Pp 345-361, Dez. 2010.
4. Cilliers, P. (2002) Why we cannot know complex things completely. Emergence, 4 (1/2) 77-84.
5. Creswell, J. W. (1998). Qualitative inquiry and research design: choosing among five traditions. Thousand Oaks: Sage Publications.
6. Creswell, J. W. (2003). Research design: qualitative, quantitative and mixed methods approaches. Second Edition. California: Sage Publications,
7. Denzin, N.K.; Lincoln, Yvonna S (2006). O Planejamento da Pesquisa Qualitativa: Teorias e abordagens. 2a. Ed. Porto Alegre: Artmed.
8. Denzin, N. K.; Lincoln, Y. S. (2006) Introdução: a disciplina e a prática da pesquisa qualitativa. In Denzin, N.K.; Lincoln, Y. S. e colaboradores (2. ed.). O planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e abordagens (p. 15-41). Porto Alegre: Bookman e Artmed.
9. Denzin, N. K.; Lincoln, Y. (org.). Handbook of Qualitative Research, Thousand Oaks, Califorinia, 1994 (1ª. ed.), 2000 (2ª. ed.) 2005 (3ª. ed.).
10. Flick, U. (2009). Uma Introdução à Pesquisa Qualitativa. 3a. Ed. Porto Alegre: Artmed.
11. Frigotto, G. (2001). O enfoque da dialética materialista histórica na pesquisa educacional. In Metodologia da pesquisa educacional, I. Fazenda, Org. São Paulo: Cortez , pp. 69-90.
12. Grix, J. (2002). Introducing students to the generic terminology of social research. Politics, 22 (3), 175-186.
13. Lima, A. F. de; Lara Junior, N. (2014). Metodologias de Pesquisa em Psicologia Social Crítica. Porto Alegre:Sulina, 237 p.
14. Lincoln, Y. S; Guba, E. G. (2006) Controvérsias paradigmáticas, contradições e confluências emergentes. In Denzin, N.K.; Lincoln, Y. S. e colaboradores (2. ed.). O planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e abordagens. (p. 169-192). Porto Alegre: Bookman e Artmed.
15. Marsh, D.; Furlong, P. (2002) A skin, not a sweater: ontology and epistemology in political science. In: Marsh, D.; Stoker, G. (Orgs.). Theory and methods in political science. New York: Pallgrave McMillan, p. 17-41.
16. May, Tim (2004). Pesquisa Social: questões, métodos e processos. Porto Alegre: Artmed.
17. Parker, I. (2005). Qualitative Psychology: introducing radical research. Open University Press: London.
https://books.google.com.br/books?id=d4IUhFKpfhsC&printsec=frontcover&dq=Parker,+I.+(2005)+Qualitative+psychology:+introducing+radical+research.&hl=pt-BR&sa=X&ved=0CBwQ6AEwAGoVChMIu_SwgvOcxwIVCYeQCh3eHwJI#v=onepage&q=Parker%2C%20I.%20(2005)%20Qualitative%20psychology%3A%20introducing%20radical%20research.&f=false
18. Parker, I. (2007b). Critical Psychology: what it is and what it is not. Social and Personality Compass, 1(1), 1-15.
19. Rey, F. G. (2000). La investigación cualitativa en Psicologia. São Paulo: EDUC.
20. Sandberg, J. (2005) How do we justify knowledge produced within interpretive approaches? Organizational Research Methods, 8 (1), 41-68.
21. Santos, S. D. M. (2015). A Relação Psicologia e Educação: Dos aspectos ontológicos às tramas da realidade atual. Atas CIAIQ2015. Investigação Qualitativa em Educação//Investigación Cualitativa en Educación//Volume 2, pp. 17-21.
22. Schwandt, T. A. (2006) Três posturas epistemológicas para a investigação qualitativa: interpretativismo, hermenêutica e construcionismo social. In Denzin, N.K.; Lincoln, Y. S. e colaboradores (2. ed.). O planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e abordagens (p. 193-217). Porto Alegre: Bookman e Artmed.
23. Szmigin, I.; Foxall, G. (2000. Interpretive consumer research: how far have we come. Qualitative Market Research: an International Journal, 3 (4), 187-197.
24. Weber, R. (Editor's Comments) (2004). The rhetoric of positivism versus interpretivism: a person view. MIS Quarterly, v. 28 (1), p. iii-xii.


TEMA 2: Delineamento de pesquisa qualitativa: critérios, características.
QUESTÕES EPISTEMOLÓGICAS E TEÓRICAS

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3. Bogdan, R.; Taylor, S.J. (1998). Introduction to Qualitative Research Methods, Chichester: John Wiley.
4. Branco, A. U.; Rocha, R. F. da. (1998). A questão da metodologia na investigação científica do desenvolvimento humano. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 14 (3), pp. 251-258.
5. Branco, A. U.; Valsiner, J. (1999). A questão do método na psicologia do desenvolvimento: uma perspectiva co-construtivista. Em: A.G.T. Paz., A. Tamayo (Orgs.). Escola, saúde e trabalho: estudos psicológicos (pp. 23-39). Brasília: EdUnB.
6. Branco, A. U.; Valsiner, J.. (1997). Changing methodologies: A co-constructivist study of goal orientations in social interactions. Psychology and Developing Societies, 9 (1) 35-64.
7. Calás, M. B.; Smircich, L. Past postmodernism? Reflections and tentative directions (1999). Academy of Management Review, 24 (4), 649-671,.
8. Cassell, C.; Symon, G.; (eds.) (2004). Essential Guide to Qualitative Methods in Organizational Research,.
9. Creswell, J. W. (2003). Research design: qualitative, quantitative and mixed methods approaches. Second Edition. California : Sage Publications.
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12. Delari Jr., A. (2013). Princípios éticos em Vigotski: perspectivas para a psicologia e a educação. Nuances: estudo sobre educação, 24(1), 45-63.
13. Demarrais, K; Lapan, S. D. (2004). Foundations for research: methods of inquiry in education and the social sciences. London: LEA Publishers.
14. Denzin, N.K. & Lincoln, Y. S. (2006). Introdução - A disciplina e a prática da pesquisa qualitativa. In: Denzin, Norman K. et al. O Planejamento da Pesquisa Qualitativa: Teorias e abordagens. 2a. Ed. Porto Alegre: Artmed, pp. 15/41.
15. Denzin, N.K. & Lincoln, Y. S (org.). (2005). Handbook of Qualitative Research, Thousand Oaks, Califorinia, 1994 (1ª. ed.), 3ª. ed..
16. Deslauriers, J. & Kérisit, M. (2008) O delineamento de pesquisa qualitativa. In: Poupart, Jean et al. A pesquisa qualitativa: Enfoques epistemológicos e metodológicos (pp. 127/153). Petrópolis, RJ:Vozes.
17. Flick, U. (2009). Uma Introdução à Pesquisa Qualitativa. 3a. Ed. Porto Alegre: Artmed, (Cap. 2 - Pesquisa Qualitativa: por que e como fazê-la?; Cap. 3 - Pesquisa qualitativa e quantitativa, pp. 20-49); Cap.9 - Questões de pesquisa, pp. 102-108).
18. Freitas, M. T. A. (2002). A abordagem sócio-histórica como orientadora da pesquisa qualitativa. Cadernos de Pesquisa, 116, 21-39.
19. Gaskins, S.; Miller, P.; Corsaro, W. A. (1992). Theoretical and methodological perspectives in the interpretive study of children. Em: W. A. Corsaro & Peggy J. Miller (Orgs.). Interpretive Approaches to Children's Socialization. São Francisco, CA: Jossey-Bass.
20. Gill, J. (2002) Research methods for managers. 3rd ed., Business & Economics, 233 pag.
21. Godoi, C. K.; Bandeira-De-Melo, R.; Silva, A. B. (2006) Pesquisa qualitativa em estudos organizacionais: paradigmas, estratégia e métodos. São Paulo: Saraiva,.
22. Gonçalves, M. G. M. (2007). Fundamentos metodológicos da Psicologia sócio-histórica. Em A. M. B. Bock, M. G. M. Gonçalves & O. Furtado (Orgs.), Psicologia sóciohistórica: uma perspectiva crítica em Psicologia (pp. 113-128). São Paulo: Cortez Editora.
23. González Rey, F. (1997). Epistemologia cualitativa y subjetividad. São Paulo: Educ.
24. González Rey, F. (2000). Lo cualitativo y lo cuantitativo en la investigacion de la Psicologia Social. Revista Cubana de Psicologia, Vol. 17, No. 1, pp 61-71
25. González Rey, F. (2005a). Pesquisa qualitativa e subjetividade: os processos de construção da informação. São Paulo: Thomson.
26. González Rey, F. (2005b). Pesquisa qualitativa em psicologia: caminhos e desafios. São Paulo: Thomson.
27. Gummesson, E. (2002). Qualitative methods in management research. 2nd ed. London: Sage.
28. Gunther, H. (2006). Pesquisa qualitativa versus pesquisa quantitativa: esta é a questão?. Psicologia: Teoria e Pesquisa. 22 (2), pp.201-210.
29. Haguette, T. M. F. (1999), Metodologias qualitativas na sociologia. Petrópolis: Vozes.
30. Kindermann, T. & Valsiner, J. (1989). Research strategies in culture-inclusive developmental psychology. Em: J. Valsiner (Org). Child Development in Cultural Context (pp. 13-50). Toronto: Hogrefe & Huber.
31. Laville, C. & Dionne, J. (1999). A Construção do Saber: Manual de Metodologia da pesquisa em Ciências Humanas. Porto Alegre: Artes Médicas; Belo Horizonte: Editora UFMG, 1999 (Cap. 4 - Problema e Problemática, pp. 85-102).
32. Leontiev, A. N. (2004). Artigo de introdução sobre o trabalho criativo de L. S. Vigotski. [Apêndices]. Em: L.S. Vigotski. Teoria e Método em Psicologia. (pp. 421-470). 3 ed. São Paulo: Martins Fontes.
33. Ludke, M. & André, M. E. D. A. (1986). Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. EPU: São Paulo.
34. Maanen, J. V. (Ed.). Qualitative methodology. Beverly Hills: Sage, 1983.
35. Madureira, A. F. A. & Branco, A. U. (2001). A pesquisa qualitativa em psicologia do desenvolvimento: questões epistemológicas e implicações metodológicas. Temas em Psicologia, 9, 63-75.
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65. Tonet, I. (2013). Método científico: uma abordagem ontológica. São Paulo: Instituto Luckács.
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69. Vasconcelos, E. M. (2002) Complexidade e pesquisa interdisciplinar: epistemologia e metodologia operativa. Petrópolis: Editora Vozes.
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71. Wolcott, H. F. (2001) Writing up qualitative research. Thousand Oaks: Sage Publications.
72. Zanella, A. V., Reis, A. C., Titon, A. P., Urnau, L. C. & Dassoler, T. R. (2007). Questões de método em textos de Vygotski: contribuições à pesquisa em Psicologia. Psicologia & Sociedade, 19 (2), 25-33.

Ética na pesquisa qualitativa.
1. Flick, Uwe (2009). Uma Introdução à Pesquisa Qualitativa. 3a. Ed. Porto Alegre: Artmed,](Cap. 4 - Ética na pesquisa qualitativa, pags. 50-58; Cap. 28 - Os critérios de qualidade na pesquisa qualitativa, pags. 341-355).
2. Gaskell, George & Bauer, Martin. (2002). Para uma prestação de contas pública: Além da amostra, da fidedignidade e da validade. Em: M. W. Bauer & G. Gaskell. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: Um manual prático. (pp. 470-490). Petrópolis, RJ, Vozes.
3. Laperrière, Anne. Os critérios de cientificidade dos métodos qualitativos. In: POUPART, Jean et al. A pesquisa qualitativa: Enfoques epistemológicos e metodológicos. Petrópolis, RJ:Vozes, 2008 (pags. 410/435)
4. Nunes, Everardo Duarte (2008) Ethical aspects considered by researchers who use qualitative approaches in health. Ciênciase Saúde Coletiva [online]., 13.(2), 351-360.
5. Thorne, S.L. Epistemology, Politics, and Ethics in Sociocultural Theory. (2005). The Modern Language Journal 89. The Pennsylvania State University.

TEMA 3: Desenho metodológico: procedimentos.
TEMA 4: Desenho metodológico: análises
Método, procedimentos, instrumentos e técnicas para construção e análise de informações.

ANÁLISE DE CONTEÚDO
1. Bardin, L. (2014). Análise de Conteúdo. Lisboa : Edições 70.
2. Flick, U. Uma Introdução à Pesquisa Qualitativa. 3a. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2009 (Cap. 10 - Entrando no campo, pags. 109-116 - (Cap. 17 - Observação e etnografia, pp. 203-218).


ANÁLISE DE DADOS VISUAIS: FOTOGRAFIA, FILME E VÍDEO.
1. Bauer, Martin W. E Gaskell, George (Editores.) (2002). Pesquisa Qualitativa com Texto, Imagem e Som: um manual prático. Tradução Pedrinho A. Guareschi. Petrópolis, RJ: Vozes.
2. Flick, Uwe (2009). Uma Introdução à Pesquisa Qualitativa. 3a. Ed. Porto Alegre: Artmed, (Cap. 18 - Dados visuais: fotografia, filme e vídeo, pp. 219-229).
3. Flick, Uwe (2009). Uma Introdução à Pesquisa Qualitativa. 3a. Ed. Porto Alegre: Artmed, 2009 (Cap.20 - Pesquisa qualitativa on line: a utilização da internet, pp. 238-253).
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ANÁLISE DO DISCURSO E DE NARRATIVAS
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PESQUISA INTERVENÇÃO
1. Maraschin, C. (2004). Pesquisar e Intervir. Psicologia & Sociedade, 16, 98-107.
2. Paulon, S. M. (2005). A Análise de Implicação como Ferramenta na Pesquisa-intervenção. Psicologia & Sociedade, 17 (3), 18-25.
3. Rocha, M. L. & Aguiar, K. F. (2003). Pesquisa-intervenção e a produção de novas análises. Psicologia: Ciência e Profissão, 23 (4), 64-73
4. Rocha, M. L. (2006). Psicologia e as práticas institucionais: a pesquisa-intervenção em movimento. Psico, 37 (2), 169-174.
5. Szymanski, H. & Cury, V. E. (2004). A pesquisa intervenção em psicologia da educação e clínica: pesquisa e prática psicológica. Estudos de Psicologia, 9 (2), 355-364.

PESQUISA PARTICIPANTE
1. Brandão, C. R. (1983). Pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense.
2. Brandão, C. R. (1999). Repensando a pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense.
3. Ezpeleta, J. &Rockwell, E. (1989) Pesquisa participante. São Paulo, Cortez.
4. Gajardo, M. (1986) Pesquisa participante na América Latina. São Paulo, Brasiliense.
5. Ibiapina, Ivana Maria Lopes de Melo (2008), Pesquisa colaborativa: investigação, formação e produção de conhecimentos. Brasília: Liber Livro.

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
1. Araújo, A. P. F. de; Chaves, E. V.. (2015). As tecnologias no cotidiano escolar: um estudo piloto sobre o Programa Um Computador por Aluno considerando o ensino de ciências em Manaus. Atas CIAIQ2015. Investigação Qualitativa em Educação//Investigación Cualitativa en Educación//Volume 2, pp.315-318.
2. Baskerville R.; Wood-Harper A.T. (1998). Diversity in information systems action research methods. European Journal of Information Systems, Volume 7, Number 2, 1 June, pp. 90-107(18)
3. Benbasat, Izak; Goldstein, David K. And Mead, Melissa. (1987) The Case Research Strategy in Studies of Information Systems. MIS Quarterly, September.

TRIANGULAÇÃO DE MÉTODOS
1. De Paula, E. L. P.; Sivieri-Pereira, H. de O. (2015). Pesquisa qualitativa em educação: Um caso de triangulação de métodos. Atas CIAIQ2015. Investigação Qualitativa em Educação//Investigación Cualitativa en Educación//Volume 2, pp 238-242.