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DISCIPLINA Listagem de Ementa/Programa

BIOÉTICA E ARGUMENTAÇÃODISCIPLINA 380768

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ÓrgãoFS Faculdade de Ciências da Saúde
Código380768
DenominaçãoBioética e Argumentação
NívelMestrado
Início da Vigência em2008/1
Pré-requisitosDisciplina sem pré-requisitos
EmentaInício da Vigência em 2008/1

Noção restrita e ampla de lógica. Formas de argumentação formal e informal. Argumentação e linguagem. Qualidade das premissas e qualidade da argumentação: validez, solidez e correção de raciocínios. Relações tradicionais entre lei e caso na lógica formal contemporânea: o principialismo forte. Aplicações e limites da lógica formal na análise de argumentos éticos e bioéticos. Falácias formais. A queda do principialismo forte em lógica, e a necessidade de recursos lógicos informais no estudo dos raciocínios reais. Raciocínio analógico: abordagens argumentativas, indutivas e retóricas. O raciocínio causal. Falácias informais. A falácia slippery slope (pendente escorregadia). Aplicações e limites da lógica informal na análise de argumentos éticos e bioéticos.

ProgramaInício da Vigência em 2008/1

1. LÓGICA. Noção restrita e noção larga de "lógica". Conceitos fundamentais. Lógica formal e informal. Linguagem: articulação e fluidez. Linguagens naturais e linguagens formalizadas. Verdade, validez, solidez e correção de raciocínios.

2. LÓGICA FORMAL. As relações tradicionais entre lei e caso na lógica formal quantificacional contemporânea e seus antecedentes aristotélicos: o principialismo forte. O apoio da lógica quantificacional na lógica de conectivos. Aplicações da lógica formal em argumentos éticos e bioéticos (aborto, eutanásia, direito de nascer, direito de morrer, etc). Limites da lógica formal na análise de argumentos reais. Análise de falácias formais, sentenciais e quantificacionais. Existem usos legítimos de falácias formais? Passagem para a lógica informal.

3. LÓGICA INFORMAL. A queda do principialismo forte em lógica, e a necessidade de recursos lógicos informais no estudo dos raciocínios reais. O papel da sensibilidade na lógica. Argumentos a simili, a fortiori e a contrario. O raciocínio analógico: abordagens argumentativas, indutivas e retóricas. O raciocínio causal. Falácias informais, uma tentativa de classificação: falácias sintáticas, semânticas, pragmáticas. A falácia slippery slope (pendente escorregadia). Falácias ad ignorantiam, ad hominem, do acidente, da falsa causa, genética, petitio principii, ênfase e invulnerabilidade. Existem usos legítimos de falácias informais? Aplicações da lógica informal em argumentos éticos e bioéticos (aborto, eutanásia, direito de nascer, direito de morrer, etc).

CONCLUSÕES: Relações entre ética e lógica. As peculiaridades da argumentação sobre a vida e a morte.

BibliografiaInício da Vigência em 2008/1

1. CABRERA J. Es realmente la lógica tópicamente neutra y completamente general?. In ERGO. Revista de. Filosofia, 2003.

2. FINNIS J.; JARVIS THOMSON J. et al. Debate sobre el aborto. Cinco ensayos de filosofía moral, 2. ed. Madrid: Cátedra, Colección Teorema, 1992.

3. KOTTOW M. Introducción a la Bioética. Santiago de Chile. Universitaria, 1995.

4. MATES B. Elementary logic. Oxford. Oxford University Press, 1965.

5. SINGER P. Practical Ethics. Cambridge. Cambridge University Press, 1993.

6. ENGELHARDT Jr, T. Fundamentos de Bioética. São Paulo. Loyola, 1998.

7. FOGELIN R.; SINNOTT-ARMSTRONG W. Understanding Arguments. An Introduction to Informal Logic. Belmont. Thomson, Wadsworth, 2001.

8. MACKIE J.L. Ethics: inventing right and wrong. London. Penguin, 1990.

9. PERELMAN C.; OLBRECHTS-TYTECA L. Traité de l'argumentation. Bruxelles, l'Université de bruxelles, 1992.

10. TOULMIN S. The uses of argument. Cambridge. Cambridge University Press, 1958.