Carregando...

DISCIPLINA Listagem de Ementa/Programa

ECONOMIA DA POLÍTICA AMBIENTALDISCIPLINA 205796

VER OFERTA

ÓrgãoECO Departamento de Economia
Código205796
DenominaçãoEconomia da Política Ambiental
NívelGraduação
Início da Vigência em1971/2
Pré-requisitos CDS 203696 Trabalho Interdisc Integrado 1 OU
ECO 132489 MICROECONOMIA 1
EmentaInício da Vigência em 2011/2

A disciplina Economia da Política Ambiental analisará, à luz da teoria econômica, os instrumentos de política freqüentemente usados na gestão do meio ambiente. Há vinte e um anos, a problemática ambiental tem sido analisada sob o domínio de um conceito - desenvolvimento sustentável. Não obstante, uma acalorada controvérsia ainda permanece em torno de aspectos éticos, políticos, teóricos e práticos do desenvolvimento sustentável. Formular, escolher e implementar políticas de gestão ambiental adequadas são decisões essenciais em qualquer estratégia de desenvolvimento sustentável, mesmo que não haja um consenso sobre sua definição.

ProgramaInício da Vigência em 2011/2

A disciplina Economia da Política Ambiental (EPA) analisará, à luz da teoria econômica, os instrumentos de política freqüentemente usados na gestão do meio ambiente. Há vinte e um anos, a problemática ambiental tem sido analisada sob o domínio de um conceito - desenvolvimento sustentável. Não obstante, uma acalorada controvérsia ainda permanece em torno de aspectos éticos, políticos, teóricos e práticos do desenvolvimento sustentável. Formular, escolher e implementar políticas de gestão ambiental adequadas são decisões essenciais em qualquer estratégia de desenvolvimento sustentável, mesmo que não haja um consenso sobre sua definição.

Nesse contexto, essa disciplina fornece uma moldura teórica fundamental para a análise do processo de formulação de política de meio ambiente. Após uma breve discussão sobre objetivos de políticas de meio ambiente e justificativas para intervenção pública em questões ambientais, estudam-se os instrumentos de política pública tradicionalmente usados para eliminar ou minimizar os problemas que afetam o meio ambiente. Assim, comportamento pró-ativo, educação ambiental, legislação, avaliação de impactos ambientais, zoneamento, taxas, impostos, licenças/bônus negociáveis e padrões ambientais, regimes e acordos ambientais internacionais são detalhadamente analisados.
Efetiva contribuição às discussões em sala de aula é um requisito importante para quem deseja ter sucesso na disciplina. Sendo uma turma composta por mestrandos, Economia da Política Ambiental será desenvolvida utilizando diferentes instrumentos pedagógicos tais como leitura antecipada do material bibliográfico, aulas expositivas, grupos de discussão, seminários, debates, revisão crítica de livros, trabalhos e ensaios escritos. É minha expectativa que cada um de vocês lerá a bibliografia semanal antes da aula, capacitando-se, assim, para as atividades da semana independentemente de qualquer aviso prévio.

Procurando ajudá-lo(a) na manutenção atualizada da leitura da bibliografia, o instrutor resolveu estabelecer atividades semanais complementares. Para que fique bem claro, vamos analisá-las etapa por etapa dessas atividades complementares:

No início da primeira aula da semana, cada grupo entrega um detalhamento por escrito de cada um dos tópicos recebidos na sexta-feira.

Durante a segunda aula da semana, cada grupo apresentará seu detalhamento de cada tópico.

Cada aluno deverá elaborar quatro ensaios individuais ao longo da duração da disciplina. Os temas dos ensaios são: a) aspectos conceituais da conservação; b) instrumento de política ambiental; c) valoração ambiental; d) economia da biodiversidade e e) setor externo e meio ambiente.

Em cada ensaio você deverá referenciar a bibliografia indicada para a respectiva etapa da disciplina. Deverá, também, referenciar pelo menos cinco outros estudos científicos/ acadêmicos relevantes.

Referenciar a bibliografia indicada o(a) manterá atualizado com a leitura das obras consideradas essenciais pelo instrutor.
O referenciar de outras obras identificadas por você próprio o (a) habilitará para futuras consultas bibliográficas quando da definição do seu trabalho de dissertação.

Consultando as referências indicadas como Leitura Obrigatória você conseguirá estruturar o texto central do ensaio. A consulta às referências indicadas como Leitura Complementar possibilitará que você chegue próximo ao texto final do seu ensaio. Isso significa um esforço de leitura semanal de, aproximadamente, 40 a 80 páginas.

A sua menção final será a média ponderada da média das notas dos ensaios melhor pontuados (50%) e da nota das atividades em grupo (50%).

Alguns aspectos analisados em EPA serão complementados posteriormente em outras disciplinas. Por outro lado, apesar de concordar que questões ambientais devam ser submetidas a competências multidisciplinares, o instrutor adverte que a disciplina tem um marcante viés econômico. A lógica de raciocínio e de enfoque usada em Economia, em particular de sua vertente neoclássica, será predominante nas análises realizadas ao longo do semestre.

Você irá ler trabalhos relevantes publicados ao longo de anos recentes. Nós iremos avaliá-los com uma visão crítica, buscando usá-los para desenvolver nosso próprio enfoque para cada assunto tratado. Em particular, nós iremos ler e discutir um livro em sua quase totalidade: Handbook of Environmental Economics, organizado por Karl-Goren Maller e Jeffrey R. Vilent (Londres: Elsevier, 2002, 3 volumes). Você receberá o livro na integra. Um outro texto que será muito usado é Natural Resource & Environmental Economics, de Roger Perman e co-autores (Essex, Inglaterra: Longman, 1999, segunda edição, 558 p). Diversos capítulos serão disponibilizados para você.

Iremos, também, utilizar diversos capítulos de Economia Ambiental, de Charles Kolstad (México: Oxford University Press, 2001, 458p.) e Handbook of Environmental and Resource Economics, editado por Jeroen C.J.M. van den Bergh (Cheltenham, Inglaterra: Edward Elgar, 1999, 1300 p). Para aqueles(as) alunos(as) com séria dificuldade de leitura de textos em inglês, é recomendado Economia do Meio Ambiente. Teoria e Prática, de Peter H. May, Maria Cecília Lustosa e Valéria da Vinha (Rio de Janeiro: Elsevier, 2003, 318p.). Apesar de ser um "substituto imperfeito" dos textos indicados, ele possibilitará um acompanhamento limitado de alguns tópicos da disciplina.

Algumas tarefas semanais serão desenvolvidas em grupos de três alunos. Outras tarefas serão realizadas individualmente. A turma será dividida em grupos de três alunos. A aula de sexta-feira será expositiva, apresentada pelo instrutor. Nela será apresentada uma visão panorâmica do tema da semana. Ao final da aula, o instrutor entregará para cada grupo, um ou dois tópicos sobre o tema da semana. Cada grupo deverá apresentar um texto escrito com o detalhamento do(s) tópico(s), a ser entregue ao instrutor no início da aula de sábado. A atividade individual será baseada na elaboração de ensaios por cada um dos alunos.

BibliografiaInício da Vigência em 2011/2

PERMAN, Roger; Yue MA; James McGILVRAY e Michael COMMON. Inglaterra 2 An Introduction to natural resource and environmental
economics Longman 1999

TIETENBERG, Tom Reading 5º Environmental and Natural Resources Economics Addison-Wesley 2000

PERMAN, Roger; Yue MA; James McGILVRAY e Michael
COMMON Inglaterra 2 Market Failure and Public Policy Longman 1999

NOGUEIRA, Jorge Madeira e SOARES JR, Paulo
Roberto Cenário Atual da Educação Ambiental 2003

PERMAN, Roger; Yue MA; James McGILVRAY e Michael
COMMON Inglaterra 2 Obra Pollution control targets" e "Pollution control:
instruments Longman 1999

HEYES, Anthony Inglaterra Law and Economics of the environment: an overview Cheltenham 2001

FIELD, Barry Bogotá Análisis de Política Ambiental McGraw-Hill 19997

HEYES, Anthony Inglaterra Law and Economics of the environment: an overview 2001

PRAKASH, Aseem Cambridge Greening the firm: an introduction Cambridge 2000

POGODZINSKI, J.M. e T.R. SASS The Economic Theory of Zoning: a critical review 1990

SEGERSON, Kathleen e Na LI EUA Voluntary Approaches to Environmental Protection Edward 1999

JACOBS, Michael Colombia Economía Verde. Medio Ambiente y Desarrollo
Sostenible 1995