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DISCIPLINA Listagem de Ementa/Programa

TEORIAS SOCIOLÓGICAS CONTEMPORÂNEAS 1DISCIPLINA 135461

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ÓrgãoSOL Departamento de Sociologia
Código135461
DenominaçãoTeorias Sociológicas Contemporâneas 1
NívelGraduação
Início da Vigência em1971/2
Pré-requisitos SOL 134465 Introdução à Sociologia E
SOL 135470 Teorias Sociológicas Clássicas
EmentaInício da Vigência em 1971/2

Ao situar a sociologia contemporânea no funcionalismo e no interacionismo simbólico, a disciplina possui o propósito de abordar, numa perspectiva panorâmica, determinadas temáticas desenvolvidas pela teoria sociológica a partir dos anos 1980 e que, em larga medida, vêm pautando o seu debate nos diais atuais. Nesta direção, será abordado um conjunto de temas que possuem articulação entre si, tais como: modernidade-pós-modernidade, modernidades múltiplas, debate pós-colonial, processo de globalização, epistemologias feministas, pós-colonialismo, pós-humanismo, etc. Ao mesmo tempo, a disciplina explorará a contribuição de determinados autores, tais como Pierre Bourdieu, Norbert Elias, Anthony Giddens e Niklas Luhmann, Bruno Latour.

ProgramaInício da Vigência em 2017/1

DESCRIÇÃO BÁSICA DO CURSO
Examinar e discutir conceitos sociológicos, tais como poder, dominação, ação, racionalidade,
agência, modernida(s) estrutura, habitus, disposições, situação, reflexividade, subjetividade,
competências críticas, reconhecimento e identidade.
PROPOSTA CONTEUDÍSTICA
O curso será organizado em torno da leitura, compreensão, comparação e discussão de obras
recentes de autores localizados na seara das variantes da teoria crítica, abordagens que enfocam o
interacionismo simbólico, os movimentos da reflexividade, a noção de disposições plurais e de
competências críticas (pragmatismo) e subalternidade na produção do conhecimento para tratar de
indivíduos historicamente e “geograficamente” situados que atuam em registros empíricos plurais.
Enfocaremos fundamentos epistemológicos, a relevância da crítica sociológica hoje, relações entre
instituições políticas, formação e envolvimento de públicos em torno de mobilizações, inserções no
debate democrático, etc.

OBJETIVO
O principal objetivo deste curso consiste em compreender pressupostos ontológicos,
fundamentos epistemológicos e consequências metodológicas de correntes teóricas
contemporâneas, em função de algumas afinidades em relação sobretudo a relevância dada ao
estatuto da crítica e revisitas de análises que decorrem das perspectivas acerca da especificidade do
social, do papel das instituições e da concepção e possibilidades de emancipação.

DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO
O programa será desenvolvido por meio de aulas expositivas, seminários e discussões
dirigidas. As aulas serão organizadas da seguinte forma: a professora apresentará nas duas horas as
suas interpretações acerca dos temas e autores em discussão. Em dias de seminários, um(a) ou mais
alunos(as) encarregar-se-ão de expor, em 45 minutos, textos complementares aos autores e temas apresentados pela docente. Em seguida, será aberto o debate a partir de questões formuladas pela
professora e pel@s alun@s. As leituras semanais deverão ser rigorosamente cumpridas. Ao todo,
os/as estudantes devem apresentar 8 fichamentos de textos obrigatórios, referentes a todos os eixos
temáticos (ou seja, os resumos devem refletir os temas ministrados em sala de aula por eixo e
entregues no dia da apresentação do autor/tema), e dois de textos complementares discutidos em
seminários, totalizando 10 fichas. A avaliação será feita com base na realização de duas provas
dissertativas (peso seis cada uma e depois dividida por dois), na apresentação de seminário (peso
dois) e nos fichamentos entregues (peso dois). A assiduidade e a participação do(a) aluno(a) durante
as aulas serão também avaliadas na definição de sua menção final.

PROGRAMA DO CURSO
AULA 1- 15/8- Apresentação do curso e do programa de leituras
• A relevância do pensamento crítico nas ciências sociais e sua presença no panorama da
teoria social hoje
Aula 2- 17/8 – Teoria social e teoria sociológica contemporâneas: uma introdução...
Texto básico:
ALEXANDER, Jeffrey. O novo movimento teórico. RBCS, v. 2, no. 4, 1987.
Textos complementares:
DOMINGUES, José Maurício. Teorias sociológicas no século XX. RJ: Civilização Brasileira,
2001.
VANDERBERG, Frédéric. Metateoria, teoria social e teoria sociológica. Cadernos do Sociofilo, v.
3, 2013.

AULA 3 – 22/8 – Teoria da estrutura da ação social em Talcott Parsons
Texto obrigatório:
PARSONS. T. A estrutura da ação social. Petropolis: Vozes, 2010. (caps. 1, 2).
Texto complementar:
PARSONS. T. O sistema das sociedades modernas. São Paulo: Pioneira, 1974.
Aulas 4 e 5: 24 e 29/8 - Interacionismo simbólico
Texto obrigatório:
GOFFMAN, E. The I n t e r a c t i o n O rd e n . A merican Sociological Review. v o l . 4 8 n . 1
f e b r e r o d e 1 9 8 8 . págs.1 -17 (versão em espanhol-El orden de la interacción).
____. A representação do eu na vida cotidiana. Petropolis: Vozes, 1985. (Caps. 1 e 2)

Aula 6: 31/8 - Seminário I
Textos básicos:
NUNES, Jordão Horta. A sociolingüística de Goffman e a comunicação mediada. Tempo soc.
[online]. 2007, vol.19, n.2, pp.253-266. ISSN 0103-2070. http://dx.doi.org/10.1590/S0103-
20702007000200010.
_____. Interacionismo simbólico e movimentos sociais: enquadrando a intervenção. Revista
Sociedade e Estado - Volume 28 Número 2 Maio/Agosto 2013.
GOFFMAN, E. Os quadros da experiência social: uma perspectiva de análise. RJ: Vozes, 2012. (Introdução e Cap. 8- A ancoragem da atividade).
Textos complementares:
GOFFMAN, E. Os quadros da experiência social: uma perspectiva de análise. RJ: Vozes, 2012.
(Introdução e Cap. 8- A ancoragem da atividade).
____. A representação do eu na vida cotidiana. Petropolis: Vozes, 1985.
EMIRBAYER, Mustafa (1997): "Manifesto for a Relational Sociology." The American Journal of
Sociology 103 (1997): 281-317.
Alain Caillé, Philippe Chanial, « Au commencement était la relation… Mais après ?», Revue du
MAUSS 2016/1 (n° 47), p. 5-25. DOI 10.3917/rdm.047.0005
Mische, Ann. “Relational sociolog , Culture and Agency ”, in Scott, John e Carrington, Peter
(eds.):The Sage Handbook of Social Networks. Londres: Sage, 2011.
MARTINS, Carlos Benedito Campos. O legado do Departamento de Sociologia de Chicago (1920-
1930) na constituição do interacionismo símbólico. Soc. estado., Brasília , v. 28,n. 2,p. 217-
239,Aug.2013 . Available from 69922013000200003&lng=en&nrm=iso>. access on 22 Feb. 2017.
http://dx.doi.org/10.1590/S0102-69922013000200003.
Aulas 7 e 8: 5 e 12/9- Teoria crítica: entre primeira e segunda gerações
Textos obrigatórios:
HABERMAS, J. La Teoría de la Acción Comunicativa. Tomos I (Referências de mundo e
aspectos da racionalidade do agir em quatro conceitos sociológicos de ação) e II (Tarefas de uma
teoria crítica da sociedade). Alfaguara, Madrid: Taurus, 1987.
HORKHEIMER, M. Teoria tradicional e teoria crítica. In: HORKHEIMER, M. Os pensadores.
Textos escolhidos. São Paulo: Editora Abril, 1975. (Versão em espanhol
Disponível:https://www.academia.edu/7309370/Max_Horkheimer_Teor
%C3%ADa_tradicional_y_teor%C3%ADa_cr%C3%ADtica)
Textos complementares:
ADORNO, T, HORKHEIMER, M. Dialética do esclarecimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1985. (O
esclarecimento como mistificação das massas e Elementos do anti-semitismo).
BENJAMIN, Walter. A obra de arte na época da sua reprodutibilidade técnica. In: BENJAMIN, W.
Walter Benjamin: obras escolhidas. Magia e técnica, arte e política. São Paulo: Editora Brasiliense,
3a. Ed., 1987.
DEWS. Peter. Adorno, pós-estruturalismo e a crítica da identidade. In: ZIZEK, Slavoj. Um mapa
da ideologia. RJ: Contraponto, 1996.
FREITAG, Barbara. A construção da teoria crítica: a troca de cartas entre Adorno e Horkheimer. Rio
de Janeiro: Revista Tempo Brasileiro, no. 155, 2003. pp. 157-166.
HABERMAS, J. Técnica e ciência como Ideologia. In: HABERMAS, J. Técnica e Ciência como
ideologia, Lisboa (Portugal): Edições 70, 2006.
MARCUSE, H. Tecnologia, guerra e fascismo. São Paulo: Unesp, 1999, PP. 21.
HABERMAS, J. O futuro da natureza humana. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
______. Jürgen Habermas: teoria e práxis. São Paulo: Unesp, 2013. (Consequências práticas do
progresso técnico científico).
MARCUSE, Hebert. L´homme unidimensionnel. Paris: Les èditions minuit, 1968. (Cap. De La
pensée négative à La pensée positive: La rationalité technologique et la logique de la domination).
SILVA, Josué Pereira da. O que é crítico na sociologia crítica?. Rev. bras. Ci. Soc., São Paulo , v.
32,n. 93,e329301, 2017. Disponível em script=sci_arttext&pid=S0102-69092017000100501&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 08 mar. 201.
Epub, 19-Dez-2016 http://dx.doi.org/10.17666/329301/2017.
HABERMAS, J. La Teoría de la Acción Comunicativa. Tomos I (“Racionalidade” - uma
determinação conceitual provisória) e II (Sobre a possibilidade de fundamentar as ciências sociais
numa teoria da comunicação e Tarefas de uma teoria crítica da sociedade). Alfaguara, Madrid:
Taurus, 1987.
HABERMAS, J. Três modelos normativos democracia. In: A inclusão do outro – Estudos de
Teoria Política. São Paulo: Edições Loiola, 2002.
HABERMAS, Jürgen. Direito e Democracia: entre facticidade e validade. Rio de
Janeiro: Tempo Brasileiro, vols. I e II, 1997. (Esfera pública e sociedade civil)
BENHABIB, S. A crítica da razão instrumental. In: ZIZEK, Slavoj. Um mapa da ideologia. RJ:
Contraponto, 1996.
HABERMAS, Jürgen. Direito e Democracia: entre facticidade e validade. Rio de
Janeiro: Tempo Brasileiro, vols. I e II, 1997.
________. L’espace public, 30 ans après. Quaderni, Paris, n.18, automne, 1992.
________. Mudança estrutural da esfera pública. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,
1984.
________. O Estado nacional europeu – sobre o passado e o futuro da soberania e da
nacionalidade. In: ______. A inclusão do outro – Estudos de teoria política. São
Paulo: Edições Loiola, 2002.
________. L’éthique de la discussion et la question de la verité. Paris : Bernard Grasset,
2003.
________. Consciência moral e agir comunicativo. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro,
1989.
________. Direitos Culturais no Contexto de Justiça Social. In: UNESCO (Org.).
Cultura Política e Direitos. Rio de Janeiro: UNESCO, SESC, FAPERJ, 2002. p. 97-
105.
________. A constelação pós-nacional. São Paulo: Littera Mundi, 2001.
________. Era das transições. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2003.
________. Entre naturalismo e religião: estudos filosóficos. Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro, 2007.

AULAS 9 e 10 : 14 e 19/9 – Sociedade do controle e disciplinar
Textos obrigatórios:
DELEUZE, G. Post-scriptum sobre as sociedades de controle. In: Conversações. Trad. de Peter Pál
Pelbart. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1992.
FOUCAULT, M. A sociedade disciplinar em crise (1978). In: Ditos e escritos IV: estratégia, podersaber.
Org. Manoel Barros da Mota. Trad. Vera Lúcia A. Ribeiro. Rio de Janeiro: Forense
Universitária, 2003, p. 268.
FOUCAULT, M. M Foucault. Conversação sem complexos com um filósofo que analisa as
“estruturas do poder” (1978). In: Ditos e escritos IV: estratégia, poder-saber. Org. Manoel Barros da
Mota. Trad. Vera Lúcia A. Ribeiro. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003, p. 307.
_____. O sujeito e o poder. FOUCAULT, M. O sujeito e o poder. In: Hubert L. Dreyfus e Paul
Rabinow. MICHEL FOUCAULT. Uma Trajetória Filosófica.Para além do estruturalismo e da
hermenêutica. 2ª. Edição Revista. Tradução de Vera Portocarrero e Gilda Gomes Carneiro. Rio de
Janeiro: Forense Universitária, 1995.
Aula 11. 21/9- Seminário II
Texto básico:
DARDOT, P; LAVAL, C. A nova razão do mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal. São Paulo:
Boitempo, 2016 (Introdução, O ordoneoliberalismo entre política econômica e política da sociedade
e A fabrica do sujeito neoliberal).
FOUCAULT, M. Soberania e Disciplina. In: Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 1979.
Textos complementares:
FOUCAULT, M. Vigiar e Punir. 19A ed. Petrópolis: Vozes, 1999.
_____. Ditos e escritos II: arqueologia das ciências e história dos sistemas de pensamento. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2005.
_____. A verdade e as formas jurídicas. Rio de Janeiro: PUC/Departamento de Letras, 2008.
_____. O sujeito e o poder. FOUCAULT, M. O sujeito e o poder. In: Hubert L. Dreyfus e Paul
Rabinow. MICHEL FOUCAULT. Uma Trajetória Filosófica.Para além do estruturalismo e da
hermenêutica. 2ª. Edição Revista. Tradução de Vera Portocarrero e Gilda Gomes Carneiro. Rio de
Janeiro: Forense Universitária, 1995.
GROS, Frederic. Foucault e a questão do quem somos nós? Tempo Social; Rev. Sociol. USP, S.
Paulo, 7(1-2): 175-178, outubro de 1995.
MORAES, Eliane Robert.O jardim secreto. Notas sobre Bataille e Foucault. Tempo Social; Rev.
Sociol. USP, S. Paulo, 7(1-2): 21-29, outubro de 1995.
TERNES, José. Michel Foucault e o nascimento da modernidade. Tempo Social; Rev. Sociol. USP,
S. Paulo, 7(1-2): 45-52, outubro de 1995.

Aulas 12 e 13: 26 e 28/9 - Teoria crítica: entre primeira e terceira gerações
Textos obrigatórios:
HONNETH, A. Luta por reconhecimento: a gramática moral dos conflitos sociais. São Paulo:
Editora 34, 2003. (Parte II)
FRASER, Nancy. Da redistribuição ao reconhecimento? Dilemas da justiça na era pós-socialista. In:
SOUZA, Jessé (org). Democracia hoje: novos desafios para a teoria democrática contemporânea.
Brasília: Editora da UnB, 2001.

Aula 14: e 3/10 - Seminário III
Textos para apresentação:
SOBOTTKA, Emil A.. Desrespeito e luta por reconhecimento. Revista Civitas, Porto Alegre, v. 15,
n. 4, p. 686-702, out.-dez. 2015.
SIMIM, Thiago Aguiar. A justiça das instituições sociais Uma crítica da reconstrução normativa de
O direito da Liberdade de Axel Honneth. Civitas, Porto Alegre, v. 15, n. 4, p. 648-663, out.-dez.
2015.
HONNETH, Axel. A textura da justiça Sobre os limites do procedimentalismo contemporâneo.
Civitas, Porto Alegre, v. 9, n. 3, p. 345-368, set.-dez. 2009.
Textos complementares:
BENHABIB, Seyla. O declínio da soberania ou a emergência de normas cosmopolitanas?
Repensando a cidadania em tempos voláteis. Civitas, Porto Alegre, v. 12, n. 1, p. 20-46, jan.-abr.
2012.
BENHABIB, S. Democracy and difference: Reflections on the metapolitics of Lyotard and Derrida.
Journal of Political Philosophy 2 (1):1–23 (1994). Disponível: https://philpapers.org/rec/BENDAD.
_____. Reclaiming Universalism: Negotiating Republican Self-Determination and Cosmopolitan
Norms. Disponível: http://tannerlectures.utah.edu/_documents/a-to-z/b/benhabib_2005.pdf
_____. Sexual Difference and Collective Identities: The New Global Constellation. Signs, Vol. 24,
No. 2 (Winter, 1999), pp. 335-361. Disponível:
https://campuspress.yale.edu/seylabenhabib/files/2016/05/Sexual-Difference-and-Collective-
Identities-19q2qkk.pdf. Acessado: 08/09/2011.
FRASER, N. Pour une critique non culturaliste de la culture: remarques à propos des classes
sociales et des status sociaux dans le capitalisme globalisé. In: FRÉRE, Bruno. Le tournant de la
théorie critique. Paris: Éditions Desclée de Brouwer, 2015.
______. Repenser la sphère publique: une contribution ‘a la critique de la démocratie telle qu’elle
existe réellement , extrait de Habermas and the public sphere, sous la direction de Graig Calhoum,
Cambridge, Mit Press, 1992, p. 109-142, traduit par Muriel Valenta, L’opinion publique,
Perspectives anglo-saxonnes, Revue Hermès, n°31, CNRS éditions, 2001, p. 129.
______. Qu’est-ce que la justice sociale ? Reconnaissance et redistribution. Paris : La
Découverte, 2005.
HABER, Stéphane. Hegel vu depuis la reconnaissance. In : CAILLE, Alain (ed). De la
reconnaissance : don, identité et estime de soi, Revue MAUSS, Paris : La Découverte MAUSS,
semestrielle, no. 23, Premier Semestre 2004, p. 70-87.
HONNETH, A. L´ensauvagement du conflit social: un regard sur les luttes pour la reconnaissance
au début du XXI siècle. In: FRÉRE, Bruno. Le tournant de la théorie critique. Paris: Éditions
Desclée de Brouwer, 2015.
______. Visibilité et invisibilité : sur l’épistémologie de la reconnaissance. In : CAILLE, Alain (ed).
De la reconnaissance : don, identité et estime de soi, Revue MAUSS, Paris : La Découverte,
semestrielle, no. 23, Premier Semestre 2004.

Aula 15. 5/10 - PROVA I
Aulas 16 e 17: 10 e 17/10 - Sociologia Figuracional
Textos obrigatórios:
ELIAS, Nobert. O processor civilizador: formação do Estado e Civilizador. Volume 2 (Selecionar
capítulos)
ELIAS, N. Escritos e Ensaios: Estado, Processo e Opinião Pública. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.
(Caps. selecionar).
Textos complementares:
ELIAS, N. Os estabelecidos e os outsiders: sociologia das relações de poder a partir de uma
pequena comunidade. Rio Janeiro: Zahar, 2000.
Dossiê Nobert Elias/ Frederico Neiburg...[et al.]; Leopoldo Waizbort (org.). - 2 ed - São Paulo:
Edusp, 2001.
Aulas 18 e 19: 19 e 31/10 – A sociologia crítica
Texto obrigatório:
BOURDIEU, P. O senso prático. RJ: Vozes, 2009. (Estruturas, habitus, práticas e A lógica da
prática).
SEMANA DA ANPOCS (23 e 27/10)
Textos complementares:
AMARAL, Daniela A. C; FÍGOLI, Leonardo H. G; NORONHA, Ronaldo de. Desigualdades
sociais e capital cultural. In: AGUIAR, Neuma (org). Desigualdades sociais, redes de
sociabilidade e participação política. Belo Horizonte : Editora da UFMG, 2007.
www.https://pt.scribd.com/document/55450579/Aguiar-Neuma-Desigualdades-sociais-redes-desociabilidade-
e-participacao-politica
BOURDIEU, P. Espaço social e gênese das classes. In: O poder simbólico. Rio de Janeiro:
DIFEL, 1989.
BOURDIEU, P. O senso prático. RJ: Vozes, 2009. (O capital simbólico e Os modos de
dominação).
BOURDIEU, P. Condição de classe e posição de classe. In: AGUIAR, Neuma (org). Hierarquias
em classes. Rio de Janeiro: Zahar, 1974.
_____. O poder simbólico. Lisboa: Difel, 1989. (Introdução a uma sociologia reflexiva e A genese
dos conceitos do habitus e de campo).
BOURDIEU, P; EAGLETON, Terry. A doxa e a vida cotidiana: uma entrevista. In: ZIZEK, Slavoj.
Um mapa da ideologia. RJ: Contraponto, 1996.

AULAS 20 e 21: 7 e 9/11 – Sociologia pragmática e da crítica
Texto obrigatório:
BOLTANSKI, Luc. Sociologia critica e sociologia da critica, pp. 129-154 In Vandenberghe, Frédéric e Véran, Jean-François [eds.] (2015): Além do habitus. Teoria social pós-bourdieusiana.
Rio de janeiro: 7 Letras, 2015.
BOLTANSKI, Luc e THÉVENOT, Laurent (2007): “A Sociologia da capacidade crítica”,
Antropolítica, 23, 2, pp. 121-144.
BOLTANSKI, Luc; CHIAPELLO, Éve. O novo espírito do capitalismo. São Paulo: Martins
Fontes, 2009. (O espírito do Capitalismo – 35-60 e Formação da cidade por projetos 133-196).
LATOUR, Bruno. Reagregando o Social: uma introdução à Teoria do Ator-Rede. Trad. Gilson César
Cardoso de Sousa. Salvador/Bauru: Edufba/Edusc, 2012. (Selecionar capítulo)
Aula 22: 14/11 – Seminário IV
Texto básico:
SILVA, Rodrigo de Castro Dias da. O Espírito do Comunismo: o engajamento revolucionário
entre o humanismo e a intransigência. Rio de Janeiro: UFRJ/ IFCS, 2010.
BOLTANSKI. Luc. El amor y la Justicia como competências: tres ensayos de sociologia de la
acción, 1990. (Primeira parte).
Textos complementares:
BOLTANSKI. Luc. El amor y la Justicia como competências: tres ensayos de sociologia de la
acción, 1990. (Primeira parte).
BARTHE, Yannick et al. (2013/3) «Sociologie pragmatique : mode d'emploi». Politix, N° 103, p.
175-204. (Há uma versão em português publicada na revsita Sociologias).
BOLTANSKI, Luc. De la critique: précis de sociologie de l´emancipation. Paris: Gallimard, 2009.
(Caps: Les pouvoirs des institutions e La nécessité de la critique).
BOLTANSKI, Luc & THÉVENOT, Laurent. De la justification: les économies de la grandeur.
Paris: Gallimard, 1991.
BOLTANSKI, Luc. La denunciation. Actes de la recherche en Sciences Sociales, n. 51, p. 3-40,
1984.
CORCUFF, Philippe (2009). Les nouvelles sociologies. Paris: Armand Collin.
DEWEY, J. O desenvolvimento do pragmatismo americano. Scientiæ zudia, São Paulo, v. 5, n. 2,
p. 227-43, 2007. Disponível: http://www.revistas.usp.br/ss/article/view/11111/12879. Acessado em
10 de agosto de 2012.
VANDENBERGUE, Frédéric (2006). “Construção e crítica na nova sociologia francesa”.
Sociedade e Estado. [online]. vol.21, n.2, pp. 315-366. Acesso: 5 de março de 2009.
Disponível:g=en&nrm=iso>.
HONNETH, A. Democracia como cooperação reflexiva : John Dewey e a teoria democrática hoje.
In: SOUZA, Jessé (org). Democracia hoje: novos desafios para a teoria democrática
contemporânea. Brasília: Editora da UnB, 2001.
WERNECK, Alexandre. A desculpa: as circunstâncias e a moral das relações sociais. Rio de
Janeiro: Civilização brasileira, 2012.
VÉRAN, Jean-François, CORRÊA, Diogo. A justificação como modelo político de regulação:
reflexão a partir do contexto brasileiro. In Vandenberghe, Frédéric e Véran, Jean-François [eds.]
(2015): Além do habitus. Teoria social pós-bourdieusiana. Rio de janeiro: 7 Letras, 2015.
CORRÊA, Diogo Silva. Do problema do social ao social como problema: elementos para uma
leitura da sociologia pragmática francesa. POLÍTICA & TRABALHO. Revista de Ciências
Sociais, n. 40, Abril de 2014, pp. 35-62.
WERNECK, A. A força das cirscunstâncias: sobre a metapragmática das situações. In
Vandenberghe, Frédéric e Véran, Jean-François [eds.] (2015): Alem do habitus. Teoria social pósbourdieusiana.
Rio de janeiro: 7 Letras, 2015.

Aulas 23 e 24: 16 e 21/11- Teoria da modernização reflexiva
Texto obrigatório: GIDDENS, A. A constituição da sociedade. São Paulo: Martins Fontes, 2003. (Elementos da teoria
da estruturação, pp. 1-46 e Estrutura, sistema, reprodução social, pp. 191-226).
GIDDENS, Anthony.(1991) Consequências da Modernidade. São Paulo: Unesp. (Cap. 1. 11-60).
Texto complementar:
Beck, Ulrich (2011). Sociedade de Risco: Rumo a uma outra modernidade. São Paulo: Editora
34. (Primeira parte).
BECK, Ulrich & GIDDENS, Anthony & LASH, Scott (1997). Modernização Reflexiva: Política,
Tradição e Estética na Ordem Social Moderna. São Paulo: Unesp. (Cap. 2 e Risco, confiança,
reflexividade).
DOMINGUES, J. M. Modernidade, tradição e reflexividade no Brasil contemporâneo. In:
DOMINGUES, J.M. Criatividade social, subjetividade coletiva e a modernidade brasileira
contemporânea. RJ: Contra Capa Livraria, 1999.

Aulas 25 e 26: 23 e 28/11- Estudos sobre subalternidade e pensamento pós-colonial
Textos obrigatórios:
HALL, S. (2000): “Quem precisa de identidade?”, pp. 103-132 in Silva, T. (org.): Identidade e
diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis: Vozes.
SPIVAK. Guayatri. Pode o subalterno falar? BH: Editora UFMG, 2010.
BHABHA, Homi K. O local da cultura. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 1998. O pós-colonial
e o pós-moderno: a questão da agência.

Aula 27 – 30/11 Seminário V
Textos básicos:
BHAMBRA, Gurminder K. As possibilidades quanto à sociologia global: uma perspectiva póscolonial.
Sociedade e Estado. Vol.29, no.1 Brasília, enero/abr, 2014.
BHABHA, Homi K. O local da cultura. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 1998 (Interrogando a
identidade).
HALL, S. Da diáspora: identidades e mediações culturais. Belo horizonte: UFMG, 2008. (¿Cuándo
fue lo postcolonial? Pensar al límite).
Textos complementares:
BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro:
Editora Civilização Brasileira, 2003. 236 p. (Cap. 1)
BHAMBRA, Gurminder K. As possibilidades quanto à sociologia global: uma perspectiva póscolonial.
Sociedade e Estado. Vol.29, no.1 Brasília, enero/abr, 2014.
HALL, Stuart. Une perspective européenne sur l’hybridation: éléments de réflexion. Revue
Hermés, n. 28, pp. 99-102, 2000.
______. Da diáspora: identidades e mediações culturais. Belo horizonte: UFMG, 2008.
LOPES, Casimiro Alice [org.] (2015): A Teoria do Discurso de Ernesto Laclau. Ensaios críticos e
entrevistas. São Paulo: Annablume.
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