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DISCIPLINA Listagem de Ementa/Programa

URGÊNCIA E EMERGÊNCIA 3 - PEDIATRIADISCIPLINA 110965

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ÓrgãoFMD Faculdade de Medicina
Código110965
DenominaçãoUrgência e Emergência 3 - Pediatria
NívelGraduação
Início da Vigência em1988/2
Pré-requisitos FMD 110612 Saúde Adulto-Clínica Médica 2 E
FMD 110728 Saúde Crian Adolec-Pediatria 1 E
FMD 110868 Patologia Sistêmica 3
EmentaInício da Vigência em 2019/2

Trabalhar as bases teórico-práticas necessárias ao atendimento integral da criança e do adolescente (dos dois anos de idade ao término da adolescência)no cenário de urgência e emergência e o reconhecimento, investigação e tratamento dos distúrbios que comprometem este processo, nos aspectos clínicos e cirúrgicos. Todo o conteúdo da disciplina é trabalhado nos cenários de aulas teóricas, teórico-práticas (Enfermaria do Pronto Atendimento, pronto atendimento e laboratórios de simulação) e práticas (CPA – Pronto Atendimento de Pediatria).

ProgramaInício da Vigência em 2019/2

ÁREA DA MEDICINA DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

FACULDADE DE MEDICINA

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA



UNIDADE DIDÁTICO PEDAGÓGICA – Urgência e Emergência 3 - Pediatria

2o semestre / 2019

Código 110965



Turmas: A e B

Créditos: 000-002-000 Créditos totais: 2 - Teóricos: 0 Práticos: 2

Semestre: 8o



PLANO DE APRENDIZAGEM – 2o semestre / 2019



I. IDENTIFICAÇÃO

Ementa da Disciplina:

Trabalhar as bases teórico-práticas necessárias ao atendimento integral da criança e do adolescente (dos dois anos de idade ao término da adolescência)no cenário de urgência e emergência e o reconhecimento, investigação e tratamento dos distúrbios que comprometem este processo, nos aspectos clínicos e cirúrgicos. Todo o conteúdo da disciplina é trabalhado nos cenários de aulas teóricas, teórico-práticas (Enfermaria do Pronto Atendimento, pronto atendimento e laboratórios de simulação) e práticas (CPA – Pronto Atendimento de Pediatria).



Coordenadora: Meimei Guimarães Junqueira de Queirós





II. INTRODUÇÃO

A disciplina em Urgência e Emergência em Pediatria 3 é oferecida aos alunos de graduação do oitavo semestre do curso de Medicina da Universidade de Brasília, tendo como pré-requisitos as disciplinas(a) Saúde da Criança e do Adolescente – Pediatria 1; (b) Saúde do Adulto – Clínica Médica 2; e (c) Patologia Sistêmica 3. Esta disciplina constitui-se uma continuidade do conhecimento da Saúde da Criança e do Adolescente – Pediatria 1. Nesta disciplina discute-se, de modo integrado entre teoria e prática, os processos de saúde e doença nos indivíduos dos 2 anos de idade até o término da adolescência ao resgatar e integrara propedêutica do crescimento, a fisiologia do crescimento e do desenvolvimento na infância e adolescência, o reconhecimento, investigação e tratamento dos distúrbios que comprometem a saúde nesta fase da vida, em seus aspectos clínicos e cirúrgicos e suas repercussões na saúde do adulto.Todo o conteúdo da disciplina é trabalhado nos cenários de aulas teóricas, teórico-práticas (enfermaria, pronto atendimento e laboratórios) e práticas (CPA= Pronto Atendimento Pediatria).

A disciplina Urgência e Emergência em Pediatria 3, também integra-se às disciplinas oferecidas neste semestre: Saúde da Criança e do Adolescente – Pediatria 2, Saúde do Adulto - Cirurgia, Psicologia Médica, Saúde da Família e Comunidade e Medicina Legal. As atividades integradoras acontecem ao longo do semestre com aulas e discussões específicas e na atividade integradora maior ao final do semestre, quando os alunos trabalham, discutem e apresentam casos clínicos que integram as várias disciplinas.

Desta forma, a disciplina em Urgência e Emergência em Pediatria 3 trabalha de forma integrada às demais áreas que trabalham com os processos de saúde e doença em todas as etapas da vida.



III. OBJETIVOS

Fazer o atendimento inicial do paciente conforme a classificação de risco.
Identificar e confirmar a classificação de risco do paciente, dando preferência pelos pacientes classificados por “amarelo” e “vermelho”.
Fazer a consulta direcionada à queixa do paciente sem demora excessiva, objetivando o atendimento adequado da queixa principal que possa acarretar riscos imediatos à saúde do mesmo.
Entender a importância da orientação aos pais dos pacientes, quando as queixas são inespecíficas e próprias de acompanhamento em puericultura, conscientizando-os de que o Pronto Socorro não é o local apropriado para este tipo de acompanhamento.
Não solicitar exames de “rotina” no PSP. Evitar exames em que as queixas possam ser elucidadas por anamnese direcionada e exame físico bem feitos.
Praticar o atendimento de urgência e emergência da criança e do adolescente.
Realizar avaliação semiológica dirigida à criança e ao adolescente
Diagnosticar e tratar as doenças mais prevalentes no pronto socorro da criança e adolescente;
Solicitação e interpretação de exames complementares quando necessários ao diagnóstico.
Estabelecer a terapêutica apropriada. Se o atendimento não resultar em internação, orientar o seguimento do paciente na unidade básica da região onde mora.
Demonstrar conduta ética com os pacientes e seus familiares e ter uma adequada relação interpessoal no ambiente hospitalar.
Compreender as múltiplas interações histórico-sociais, econômicas, psicológicas e culturais no processo saúde/doença.
Aprimorar e aplicar a postura ética e respeitosa nas relações estudante médico -paciente, médico interno -residente-Staff -equipe multiprofissional e-Instituição.
Entender o papel do médico como responsável pelo bem-estar de cada paciente, sendo este o objetivo principal da ação médica.


Objetivos específicos:

Entrar em contato com doença grave, em situação de emergência treinando-se na abordagem inicial, manipulação e controle desses pacientes;
Aprender a fazer corretamente a recuperação do equilíbrio hidreletrolítico;
Diagnosticar e tratar as doenças mais comuns na emergência pediátrica, tais como asma, acidentes, diabetes descompensadas, desidratação e diarreia ,etc.;
Conduzir adequadamente a investigação do paciente febril;
Aprender os protocolos de reanimação pediátrico;
Auxiliar internos e residentes nas internações da enfermaria do PSP quando houver indicação. Tudo sob supervisão do Médico Staff ou Professor


·Dos estudantes:

-Habilidades cognitivas: desenvolver e vivenciar a capacidade reconhecer, entender e interpretar as variáveis individuais e sociais, físicas e psíquicas, atuais e pregressas, envolvidas no processo de saúde na infância e adolescência e na caracterização de seus distúrbios que necessitam de intervenções clínicas e cirúrgicas. Para o desenvolvimento desta habilidade deve haver integração continua entre as atividades teórico-interativas e práticas.



-Habilidades procedimentais: desenvolver a capacidade de saber porque e como agir frente às diferentes situações na promoção da saúde das crianças e adolescentes, e no seu resgate, quando necessário. Para tanto é importante o aprendizado, sempre que possível de modo prático, de uma rotina lógica e ordenada de suspeição, investigação e intervenção, em seus vários contextos, dentro da realidade, limitações e facilidades da Unidade de Atendimento Médico em Urgência e Emergência em Pediatria, da realidade e expectativas do paciente e seus responsáveis e da sociedade em que estão inseridos. Espera-se também desenvolver a capacidade de tomada de decisões baseadas em evidências científicas atualizadas e de melhor consistência, dentro do contexto de cada paciente. Para a capacitação procedimental, é essencial executar a aplicação do conhecimento discutido nas aulas teórico-interativas e teórico-práticas na prática de pronto atendimento de urgência em Pediatria.



-Habilidades atitudinais: desenvolver a formação de atitudes e valores pessoais e profissionais frente à promoção da saúde física, psíquica e social das crianças e adolescentes e em seu resgate, quando necessário. Nesse aspecto, as atividades práticas em pronto atendimento de urgência em Pediatria são essenciais por permitirem que o aluno vivencie a interação das relações pessoais, em todo seu contexto, entre pacientes, familiares, médicos, demais profissionais da saúde e o Sistema de saúde em que estão inseridos.



·Do professor:

Os professores devem planejar, avaliar e discutir os mecanismos, estratégias e recursos mais adequados ao processo de aprendizagem na atuação em Medicina de Urgência e Emergência em Pediatria,dentro de cada temática abordada, de forma que os objetivos da disciplina sejam alcançados. Devem definir as ferramentas mais adequadas para avaliação da qualidade da construção do conhecimento em Urgência e Emergência em Pediatria. Aos professores também cabe o papel de discutir e integrar horizontal e verticalmente o estudo da disciplina Urgência e Emergência em Pediatria com as demais áreas da Medicina no fluxograma do curso.

IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O conteúdo programático será trabalhado nos cenários de urgência e emergência (sempre o mais interativa possível, 2 horas semanais)

-Pediatria Clínica
Anafilaxia
Abuso sexual
Acidentes por animais peçonhentos
Acidentes por submersão
Arritmias cardíacas
Cetoacidose diabética
Choque

Crise de Asma como lidar na Enfermaria de Emergência
Crises convulsivas
Crise falcêmica
Crise hipertensiva

Desidratação e Hidratação na Enfermaria de Emergência
Distúrbios hemorrágicos
Distúrbios psiquiátricos agudos
Emergências na adolescência ( Atendimento à vítima de violência sexual, alcoolismo e uso de drogas ilícitas)

Insuficiência renal aguda
Insuficiência respiratória aguda – corpo estranho
Intoxicações agudas
Parada cárdio-respiratória

-Pediatria Cirúrgica
Abdome agudo
Acesso vascular periférico e profundo: quando e como ?
Invaginação intestinal
Parafimose, torção testicular e torção ovariana

-Pediatria e Áreas afins
Atendimento inicial à criança politraumatizada – Pediatria, Cirurgia Pediátrica, Ortopedia
Conjuntivites infecciosas e químicas – Oftalmologia
Epistaxe e traumatismo cérvico-facial – Otorrino, Odontologia
Grandes queimados – Anestesiologia, Cirurgia Plástica, Enfermagem
O olho vermelho agudo e traumas oculares – Oftalmologia
Obstrução de vias aéreas por corpo estranho – Pediatria, Otorrino, Broncoscopia
Procedimentos anestésicos na urgência/emergência - Anestesiologia
Rotina de imagem na urgência e emergência - Radiologia


V. METODOLOGIA

Para alcançar os objetivos, haverá um trabalho integrado entre professores e alunos nos

vários cenários de ensino: salas de aula, laboratórios, enfermaria, pronto-socorro e

ambulatório.

Para o desenvolvimento do conteúdo da disciplina, conta-se com as seguintes atividades:

Aulas expositivas-interativas, busca integrar o conhecimento teórico com situações clínicas na emergência. Estas aulas destinam-se ao direcionamento sistematizado das situações clínicas de promoção da saúde e acompanhamento de agravos à saúde, para serem bases das aulas práticas.
Aulas teórico-práticas: realizadas em diferentes cenários da UnB e do HUB (salas de aula, laboratórios, enfermaria, pronto-socorro), com discussão de casos clínicos de pacientes internados ou discussões interativas de temas importantes na formação doaluno em urgência e emergência em Pediatria.
Aulas de práticas de urgência e emergência em Pediatria. – exercidas no CPA – Pronto Atendimento de Pediatria do HUB, onde o aluno é inserido no contexto da relação médico/criança-adolescente/família, assim como também são trabalhados de uma forma suscinta e direcionada o domínio dos elementos diagnósticos e os princípios preventivos e curativos da Medicina de urgência e emergência da Criança e do Adolescente. Neste exercício permite-se ainda o envolvimento progressivo do aluno nas atividades assistenciais regularmente desenvolvidas no serviço, onde são discutidos todos os casos atendidos.
Discussões de casos clínicos: que acontecem em sala de aula e no pronto atendimento , com o objetivo de exercitar o raciocínio diagnóstico e discutir opções de atendimento em emergência e quanto necessário, as ferramentas terapêuticas clínicas e cirúrgicas disponíveis
Seminários: temas de interesse na formação em Urgência e Emergência em Pediatria serão distribuídos previamente, para que os alunos exercitem os mecanismos de busca e pesquisa em bases de dados de artigos científicos, a análise crítica das informações e como utilizá-las no atendimento `a criança grave. Para essa atividade há programação de trabalhos individuais e em grupos.
Poderão ser utilizadas também atividades de ensino à distância, via internet, com a discussão de casos clínicos previamente inseridos em plataformas de ensino e discussão


Ao longo das aulas teóricas, teórico-práticas e práticas, os temas que compõe o programa da disciplina serão abordados e discutidos nos aspectos de fisiologia, fisiopatologia, métodos diagnósticos, ferramentas terapêuticas e prognóstico, tendo como base o contexto global do paciente e seu ambiente físico, psíquico e social. Para todo esse processo, serão fornecidas as ferramentas para o aluno desenvolver habilidades de comunicação e humanização na relação médico/paciente.


VI. AVALIAÇÃO

A avaliação consistirá na análise das atitudes pessoais e profissionais do aluno, no aprimoramento de suas habilidades e de seu conhecimento teórico e prático emUrgência e Emergência em Pediatria.

Para a avaliação de atitudes e comportamento nos vários cenários de ensino, denominada conceito, serão utilizadas fichas de avaliação com critérios definidos, as quais serão entregues aos alunos no primeiro dia de aula. A avaliação dos módulos teórico-práticos e práticos em pronto atendimento será feita de modo prospectivo e observacional, com interpretação dos ganhos do aluno ao longo do semestre.

As provas escritas constarão de testes de múltipla escolha e/ou questões dissertativas e serão destinadas às avaliações referentes aos temas discutidos nas aulas teóricas e teórico-práticas, além dos temas abordados em seminários e em estudos dirigido, e serão realizadas em sala de aula. São duas provas do módulo de Urgência e Emergência Pediátrica, duas provas do módulo de áreas afins (Pediatria Cirúrgica, Otorrino, Oftalmo, Anestesio e Radiologia )

Ao aluno que necessitar faltar a uma das provas escritas por motivo de doença (justificado através de atestado médico, será permitido o direito de reposição. O critério será definido pelos coordenadores da disciplina.

Os seminários avaliarão a habilidade do trabalho em grupo, da execução de estudo a partir de dados obtidos de evidências científicas de melhor consistência e mais atuais na literatura e na capacidade de exposição das ideias de forma clara, objetiva e crítica.



A menção final (MF) da disciplina será dada por:

MF = (Urgência e Emergência em Pediatria x 8) + (Cirurgia Pediátrica e Áreas Afins x 2)

10


A nota de conceito será dada pelos professores coordenadores dos respectivos ambulatórios de cada turma, envolvendo todos os aspectos referentes às atividades cognitivas, procedimentais e atitudinais de cada aluno.

A nota de frequência será dada pela assiduidade às atividades teóricas, práticas de ambulatório e aulas teórico-práticas, sendo que cada falta leva à diminuição de 2 (dois) pontos na nota da frequência.

ATENÇÃO: número de faltas igual ou superior a 25% em cada cenário de aprendizagem isoladamente (ambulatórios, aulas teóricas, aulas teórico-práticas) ou igual ou superior a 25% das aulas totais somadas (teóricas, teórico-práticas e ambulatórios) implica em reprovação da disciplina.

A ficha de avaliação, com foto do aluno (que pode ser escaneada) deverá ser entregue na primeira semana de aula ao professor responsável pela turma no ambulatório, e a ficha de presença deverá ser preenchida pelos professores responsáveis pelas aulas teórico-práticas a cada semana.



VII. DISPOSIÇÕES GERAIS

Para a frequência às aulas em seus vários cenários, é necessário que o aluno use vestimenta adequada, sendo proibido o uso de trajes inapropriados, como camisetas sem manga, cavadas ou que não cubram todo o tronco, vestidos ou saias inadequadamente curtas, shorts/bermudas, roupas com figuras ou dizeres que possam ofender ou desconcertar equipe e pacientes, chinelos ou apresentação de higiene pessoal sem os cuidados necessários. Para as aulas de ambulatório, o aluno pode utilizar roupa branca ou roupa casual com jaleco. É obrigatório o uso de crachá de identificação em todos os ambientes do hospital.

Casos não especificados nesse documento devem ser discutidos diretamente com a Coordenação da disciplina e/ou com a Coordenação de Graduação do Curso de Medicina (FM-UNB).

BibliografiaInício da Vigência em 2019/2

VIII. BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA

Básica:

Burns, D; Campos Júnior, D; Silva, L.R.; Borges, W.G. (eds). Tratado de Pediatria – Sociedade Brasileira de Pediatria –4a edição. São Paulo: Manole; 2017. 2 volumes.ISBN 978-85-204-4612-6
Behrman, Richard E.; Kliegman, Robert; Jenson, Hal B. (eds). Nelson - Tratado de Pediatria - 20ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier / Medicina Nacionais, 2017. 2 volumes. 3736p. ISBN 978-8535284669.
Schvartsman, Claudio e Soares Schvartsman, Benita G. ; HC USP, Pronto-socorro; 3ª ed.20184
Lourenço, B; Queiroz, L; da Silva, LEV; Leal, MM. Medicina de Adolescentes. 1a ed. Coleção Pediatria do Instituto da Criança do HC-FMUSP. São Paulo: Manole, 2015.460pp.
Holcomb III, G; Murphy J; Ostlie, DJ. Ashcraft Cirurgia Pediátrica - 6a Edição. Elsevier. 2017. 952pp.
MURAHOVSCHI, J. Pediatria: diagno´stico + tratamento. 7ed. rev. e atual. São Paulo: Sarvier, 2013.
MURAHOVSCHI, J. Pediatria:Urgencias e Emergencias; . ed. rev. e atual. São Paulo: Sarvier, 2010.
Souza, JCK- Cirurgia Pediatrica – Teoria e Prática. Roca, 2008. 760pp.
BibliografiaComplementar

Cunha, RS; Rossato, LA; Lépore, PE. Estatuto da Criança e do Adolescente - Comentado Artigo por Artigo. 7ª ed. Ed Saraiva, 2015.
Monte, O; Longui, CA; Calliari, LE; Kochi, C. Endocrinologia para o Pediatra. 3a ed. EditoraAtheneu, 2006.2 volumes. 1.270 p.
Rosemberg, S. (ed). Neurologia Pediátrica. 2aedição. Ed Sarvier, 2010.
Sdepanian, VL (ed). Gastroenterologia Pediátrica. 1a ed. Ed Manole, 2010.
Sztajnbok, D (ed). Infectologia Pediátrica. 1a ed. Guanabara Koogan, 2013.
Nutrologia pediátrica: prática baseada em evidências – 1ª ed. Nogueira-de-Almeida, CA; Mello, Ed. ABRAN. Manole, 2016. ISBN 9788520445297
Pastorino, Antonio Carlos; Castro, Ana Paula BeltranMoschione;Sampaio, Magda Carneiro; Alergia E Imunologia Para O Pediatra ; Instituto da Criança do HCFMUSP. 3ª ed. Manole; 2017.
-Outras Fontes

Bases de dados de artigos científicos

www.pubmed.com

www.sbp.com.br

www.sbim.org.br

www.naspghan.org

www.espghan.med.up.pt

www.scielo.com