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DISCIPLINA Listagem de Ementa/Programa

URGÊNCIA E EMERGÊNCIA 4 - CIRURGIADISCIPLINA 110621

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ÓrgãoFMD Faculdade de Medicina
Código110621
DenominaçãoUrgência e Emergência 4 - Cirurgia
NívelGraduação
Início da Vigência em1988/2
Pré-requisitos FMD 110981 Saúde do Adulto - Cirurgia 1 E
FMD 110612 Saúde Adulto-Clínica Médica 2 E
FMD 110868 Patologia Sistêmica 3
EmentaInício da Vigência em 2019/2

O enfoque principal desta disciplina está centrado na formação teórica dos estudantes da
Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília para diagnóstico e atendimento de pacientes
com traumatismos diversos que demandem intervenção cirúrgica em caráter de
urgência/emergência.

ProgramaInício da Vigência em 2019/2

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
UNIDADE DIDÁTICO PEDAGÓGICA URGÊNCIA E EMERGÊNCIA- 4
Clinica Cirúrgica
Código:110621
Plano de Aprendizagem – Segundo semestre / 2019

I.IDENTIFICAÇÃO
Turma Medicina Semestre Oitavo semestre do curso de
medicina
Local
Salas de Aula teórica
Áreas de Clínica Cirúrgica
CIEX -Faculdade de Medicina
Equivalência Sem equivalência
Créditos 02 créditos (T) 30 horas
Ementa
Urgência e Emergência 4 – Cirurgia
Esta Unidade tem como objetivo proporcionar informação teórica relativa à temas
cirúrgicos em urgência e emergência de natureza traumática.
Dia semana
e horário Quarta feira -8h às 10:00h
Docentes
Área de Clínica
Cirúrgica
Área de Patologia
Prof. Alexandre Visconti Brick
Prof. Alessandra Venosa
Prof. André Luiz Lopes Sampaio
Prof. André Watanabe
Prof. Andrea Pedrosa Ribeiro Alves
Prof. Clayton Franco Moraes
Prof. Eugênio Neto
Prof. Cátia Gouveia
Prof. Carlos Augusto Cruz- Coordenação
Prof. Gabriel Magalhães Nunes
Prof. Helga Bezerra
Prof. Iruena Kessler
Prof. José Henrique
Prof. João Batista de Jesus
Prof. Luis Massaro Watanabe
Prof. Maria Regina Chalita
Prof. Rômulo Medeiros de Almeida
Prof. Ronaldo Máfia Cuenca
Prof. Olímpia Alves Teixeira Lima
Prof. Malthus Galvão
Palavras
Chave Urgência e Emergência, trauma, cirurgia
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II. INTRODUÇÃO
A Unidade didático pedagógica de Urgência e Emergência 4- Clinica cirúrgica é
ofertada aos alunos do curso de medicina da Universidade de Brasília em conformidade com as
Diretrizes Curriculares com o Projeto Pedagógico do curso de Medicina editado em 20151
.
Considerando a integração curricular, essa disciplina é de natureza especializada articulando-se
horizontalmente com os conteúdos da Saúde do Adulto cirúrgica e Sistema Único de Saúde e
verticalmente, e com os conteúdos do oitavo semestre. As estratégias de ensino-aprendizagem
aplicadas buscam trabalhar as dimensões atitudinais, procedimentais e cognitivas dos estudantes
com foco no aprofundamento de conhecimento especializado e interdisciplinaridade .
III.OBJETIVOS
Geral
O enfoque principal desta disciplina está centrado na formação teórica dos estudantes da
Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília para diagnóstico e atendimento de pacientes
com traumatismos diversos que demandem intervenção cirúrgica em caráter de
urgência/emergência.
Específicos
- Proporcionar conhecimento médico especifico que permita avaliação diagnóstica e
aprimoramento de conhecimentos básicos relativos às condições de pacientes com trauma
cirúrgico;
- Discernir prioridades no atendimento de urgência/emergência;
- Discutir peculiaridades do atendimento às principais ocorrências cirúrgicas e
traumatológicas no pronto-socorro.
- Discutir a indicação de procedimentos médicos cotidianos ao cenário da
emergência/urgência (suturas, acessos venosos, monitorização hemodinâmica,
cateterismos, abordagem de vias aéreas)
- Estímulo ao raciocínio intervencionista, com elaboração de condutas de emergência
integradas e multidisciplinares
- Apresentar visão interdisciplinar do atendimento de emergência.
- Adquirir raciocínio estratégico para gerenciar situações críticas em pronto socorro,
incluindo situações de stress e risco de vida iminente
1
Projeto Pedagógico do curso de medicina da UnB: http://www.fm.unb.br/br/projeto-academico-graduacao
3
IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ( As datas são prováveis e poderão ser modificadas
a critério do corpo docente em função do calendário acadêmico da UnB)
DATA TEMA PROFESSOR
14/08/19 Apresentação do curso Coordenação
21/08/19 Introdução:Aspectos ético-legais na
emergência Malthus Galvão
28/08/19 Atendimento inicial ao politraumatizado Joao Batista de Sousa
04/09/19 Avaliação e Reanimação cárdio-pulmonar Ronaldo Cuenca
11/09/19 Insuficiência respiratória aguda Olímpia Alves
18/09/19 Choque e Reposição volêmica no trauma André Watanabe
25/09/19 Traumatismo crânio-encefálico e
raquimedular Iruena Kessler
02/10/19 AVALIAÇAO 1 - DATA PROVÁVEL Coordenação
09/10/19 Traumatismo torácico e cardiovascular Alexandre Brick
16/10/19 Traumatismo abdominal Andreia Pedrosa
23/10/19 Traumatismo urológico Clayton Moraes
30/10/19 Traumatismo anoretal Rômulo Medeiros
06/11/19 Traumatismo musculo-esquelético Eugênio Neto
13/11/19 Traumatismos em oftalmologia Maria Regina Chalita
20/11/19 Traumatismos em otorrinolaringologia André Sampaio/ Alessandra Venosa
27/11/19 Anestesiologia no politrauma Helga /Cátia/ José Henrique /Gabriel
04/12/19 AVALIAÇAO 2- DATA PROVÁVEL Coordenação
V- MÉTODO
Estratégias de ensino e aprendizagem
As aulas terão caráter iminentemente teórico, porém , com enfoque em casos clínicos:
- Aulas expositivas
- Discussões de casos clínicos
Ambientes de prática – EVENTUAIS A CRITÉRIO DA COORDENAÇAO.
Poderão haver aulas nos seguintes ambientes:
- Laboratório de cirurgia experimental (CIEX)
-Poderão eventualmente ser sugeridos laboratórios de simulação a critério da coordenação.
Participação dos estudantes
- Comparecer pontualmente nos horários estipulados com roupa adequada às normas do Hospital
Universitário.
- Preparar os assuntos de cada aula, baseando-se na bibliografia fornecida pelo Professor,
- Usar equipamentos de proteção individual (EPI’s): sapato fechado, calça comprida,
jaleco e luvas; em caso eventual de aula prática a ser informado previamente.
- É vedado fotografar, filmar ou realizar outros meios de registro fotográfico durante eventuais
aulas práticas e teórico-práticas;
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- Participação nos casos discutidos e/ou procedimentos propostos nas aulas, com postura e
conhecimento demonstrados nos cenários apresentados
VI. COMPETÊNCIAS, HABILIDADES E ATITUDES
Ao final do módulo, pretende-se que o aluno esteja apto às seguintes competências e habilidades:
Competências:
Ø Reconhecer e tratar situações de emergência médica (choque, insuficiência respiratória
aguda, parada cárdio-respiratória).
Ø Ser capaz de construir estratégia de como realizar o primeiro atendimento frente ao
paciente com múltiplas lesões de tratamento cirúrgico.
Habilidades: O aluno, conforme desempenho progressivo será capaz de construir raciocínio
integrado sobre patologias cirúrgicas e seu modo de abordagem.
Atitudes: curiosidade científica, perseverança em questionamento, responsabilidade quanto à
aprendizagem, consciência crítica frente à realidade, à profissão, aos fatos, acontecimento e teoria,
valores que dá ao que conhece, os sentimentos que experimenta diante de fatos e ideias.
Avaliação
- Duas provas teóricas com questões discursivas e/ou objetivas valendo 10 pontos cada uma.
- A nota final será a média ponderada das avaliações acima citadas;
- Será aprovado na UDP de Urgência e Emergência 4- Clinica cirúrgica, o/a estudante que obtiver
no mínimo nota 5,0 (cinco) na nota final do módulo, correspondente à menção MM;
- A nota final será expressa com uma casa decimal sem a possibilidade de arredondamentos na
atribuição da menção final;
- Será automaticamente reprovado, o aluno que apresentar percentual de ausência superior a 25%
do número de aulas da UDP.
- Será permitida a realização de 1(uma) prova substitutiva, sujeita a deferimento pela coordenação
da Disciplina em casos excepcionais e devidamente justificados. A solicitação será via Processo
administrativo a ser solicitado na secretaria de áreas da Clinica cirúrgica da Faculdade de
medicina.
- Não haverá prova ou avaliação de recuperação.
VII- ATIVIDADES DE INTEGRAÇAO
- Análise de Casos
A partir da análise de casos complexos (reais ou hipotéticos), que envolvem elementos das
UDPs relacionadas, o aluno desenvolve a capacidade de elaborar formulações que
equacionem a situação apresentada.
- Seminário Temático
Aluno ou grupo de alunos pesquisam e apresentam o tema definido aos dos colegas com o
objetivo prioritário de informar e/ou completar e ampliar o conhecimento da turma sobre o
tema.
- Diálogo Socrático
Diálogo conduzido pelo professor utilizando a argumentação dos alunos para levá-los, a
partir de questionamentos, ao entendimento e reflexão sobre um conceito ou tópico
específico
- Role Playing
Aluno assume um papel, desenvolvendo, a partir dele, as atividades solicitadas pelo
professor; visa prioritariamente a levar o aluno a pensar os fatos e construir seus
argumentos a partir do papel adotado

BibliografiaInício da Vigência em 2019/2

1) BEURAN M, Negoi I, Paun S, Runcanu A, Gaspar B, Vartic M. Trauma scores: a review of the
literature. Chirurgia (Bucur). 2012; 107(3): 291-7.
2) BEURAN M, Paun S, Gaspar B, Vartic M, Hostiuc S, Chiotoroiu A, Negoi I. Prehospital
trauma care: a clinical review. Chirurgia (Bucur). 2012; 107:564-70.
http://revistachirurgia.ro/pdfs/2012-5-564.pdf.
3) Colégio Americano de Cirurgiões. Suporte avançado de vida no trauma para médicos. ATLS. 9a
ed. Chicago; 2014.
4) Circulation, Disability, Exposure (ABCDE) approach. Int J Gen Med. 2012;117-21. doi:
10.2147/IJGM.S28478.
5) CAMPBELL JE, Stevens JT, Charpentier L. Assessment and initial management of the trauma
patient. In: JE Campbell, editor. International Trauma Life Support for Prehospital Care Providers.
USA: Person Education International; 2008. p.27-44
6) CHRISTENSEN EF, Deakin CD, Vilka GM, FK Lippert. Prehospital care and trauma
systems. In: Wilson WC, Grande CM, Hoyt DB, editors. Trauma: emergency resuscitation,
perioperative anesthesia and surgical management. Atlanta, GA, Informa Health Care/Taylor &
Francis Group; 2007. p.43-58.
7) DUPANOVIC M. Encyclopedia of trauma care. New York: Springer; 2015. p.1,5-6
8) PEITZMAN AB, Sarani B. Phase: Damage control resuscitation in the emergency
department and pre-hospital Settings. New York: Springer Science; 2010. p.101-21. doi:
10.1007/978-0-387-89508-6_8.
9) PAVELQUEIRES S. MAST: manobras avançadas de suporte ao trauma. 5a ed. São Paulo: Legis
Summa; 2002.
10) SALOMONE JP, Solomon JHA. Prehospital care. In: Feliciano DV, Mattox KL, Moore EE.
Trauma. New York: McGraw Hill; 2008. p.121-39.
11) STRATTON SJ, Eckstein M. Prehospital trauma care. In: Demetriades D, Asensio JA,
editors. Trauma management. Georgetown, Texas: Landes Bioscience; 2000. p.1-14.
12) THIM T, Krarup NHV, Grove EL, Rohde CV, Lofgren B. Initial assessment and treatment
with the Airway, Breathing,
13) WEDMORE I. Prehospital and enroute care. In: Martin M, Beekley A, editors. Front line surgery: a
practical approach. New York: Springer Science and Business Media; 2011.

Links recomendados
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_suporte_avancado_vida.pdf
www.dnit.gov.br/emergencia.htm www.detran.am.gov.br
www.polmil.sp.gov/unidades/cprv.socorros.htm www.uff.br/ph/